A ILP é uma indústria especializada em embalagens flexíveis para alimentos e produtos em geral, sem impressão ou com impressão flexográfica em monoextrusão, coextrusão e laminação. Para atender aos diversos segmentos que atua no mercado, a ILP trabalha com uma linha completa de filmes flexíveis de alta qualidade, cuja estrutura é baseada em PEBD ou PEAD, PP Cast, BOPP, PET e COEX.


Localização: Rua Assis Brasil, 100 - Caixa Postal 04
Cep: 92990-000 / Eldorado do Sul / RS
Contatos: (51) 3499-2697 / (51) 8600-2720
http://www.ilptextil.com.br/





quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Estudo aponta que caixas de papelão e sacolas de pano usadas são mais vulneráveis à contaminação


Em 58% das sacolas de pano e em 80% das caixas de papelão analisadas foram encontrados coliformes totais

Um estudo realizado pela Microbiotécnica, empresa especializada em higiene ambiental com 25 anos de experiência, apontou que as caixas de papelão usadas, disponibilizadas pelos supermercados, e as sacolas de pano, trazidas de casa pelo consumidor, possuem alto grau de contaminação podendo prejudicar a saúde da população. A análise comprovou que, em relação às sacolas plásticas, ambas as opções apresentam maior carga microbiana – as caixas de papelão cerca de oito vezes mais para bactérias e 12 vezes mais para fungos, e as sacolas de pano possuem risco quatro vezes superior para bactérias e cinco vezes para fungos. Nas sacolas plásticas não foi encontrada a presença de coliformes totais, coliformes fecais nem E.coli (Escherichia coli), enquanto em 58% das sacolas de pano havia a presença de coliformes totais. Já nas amostras de caixa de papelão, 80% apresentavam coliformes totais, 62% coliformes fecais e 56% E.coli. “É importante que o consumidor tenha a informação adequada para escolher a melhor embalagem para transportar as compras, especialmente alimentos, preservando a saúde de sua família”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida - Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos. O campo de estudo abrangeu supermercados de todas as regiões da cidade de São Paulo com a seguinte sistemática: O Bureau Veritas coletou 50 amostras de cada tipo de embalagens (sacolas plásticas, caixas de papelão usadas e sacolas de pano). As sacolas de pano foram obtidas junto aos consumidores para garantir que já tinham sido utilizadas. As amostras de sacolas plásticas e caixas de papelão usadas foram coletadas nos caixas, onde ficam à disposição dos consumidores, e encaminhadas ao laboratório para análise.

Fonte: Boletim Sinplast (20/12/2011)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

País de Gales constrói ponte com plástico reciclado em apenas quatro dias

Modelo instalado sobre o Rio Tweed tem 27 metros de comprimento e foi feito a partir da reciclagem de 50 toneladas de resíduos plásticos

A empresa Vertech Limited, do País de Gales, inovou a fabricação de pontes. O modelo instalado recentemente sobre o rio Tweed tem 27 metros de comprimento e foi feito a partir da reciclagem de 50 toneladas de resíduos plásticos.

Esta é a primeira ponte da Europa feita inteiramente de material reciclado, e pode servir como modelo para outros projetos de engenharia e construção civil. Além disso, a novidade deve auxiliar o continente a reduzir a quantidade de resíduos descartados em aterros ou exportados para outros países.

Outro fator que chama a atenção foi a rapidez com que a estrutura foi erguida sobre o rio. Com as placas já pré-fabricadas, a ponte levou apenas quatro dias para ser montada e finalizada.

Para que o projeto saísse do papel a Vertech contou com o apoio de outras empresas, universidades de engenharia e também com a ajuda do governo galês.


Fonte: Exame.com

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O futuro é plástico

Desinformação sobre as utilizações do plástico faz com que o consumidor ignore seu amplo uso.

Basta olhar ao redor para constatar a maciça presença do plástico no dia-a-dia. Muito além das famigeradas sacolinhas de supermercado, o uso do material vai de produtos hospitalares, escovas de dente, carros, TV de LCD e os tão na moda tablets, entre outros destinos. “A desinformação da população em relação ao seu uso, no entanto, fez com que o plástico fosse eleito o inimigo do ambiente – o que está errado”, diz Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST (Associação Nacional dos Distribuidores de Resinas Plásticas).

Paulo Teixeira, superintendente executivo da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), argumenta também que o plástico não é o vilão da natureza e o seu combate indiscriminado pode trazer consequências nada benéficas para a sociedade. “Ele é reciclável, assim como o papel. O problema mora em seu descarte e reaproveitamento. Ao tiranizar o plástico, corre-se o risco de reprimir o desenvolvimento tecnológico, gerando um buraco que poderia afetar toda uma cadeia de produção.”

Em sua maioria, as críticas sobre o impacto ambiental são em relação ao desperdício, descarte incorreto e falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo, que o país busca corrigir através da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

E assim o vive-se um paradoxo: “De um lado, o vertiginoso crescimento do produto em aplicações importantes e de alto valor agregado. Do outro, a desinformação que faz com que sejam crescentes as críticas preconceituosas e equivocadas sobre o produto”, analisa Miguel Bahiense, diretor executivo da Plastivida ¬– entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor.

De acordo com Teixeira, da Abiplast, o risco de se promover campanhas nas quais o plástico é colocado como inimigo do ambiente é desinformar a população e criar pânico. Tome como exemplo a polêmica em torno da utilização da sacolinha de supermercado. “Ela se tornou a vilã, pois seu uso é mais visível”. Para se ter uma ideia, a mídia tem publicado em média 120 matérias por mês sobre a questão das sacolas plásticas, taxando-as, equivocadamente, como as vilãs do lixo do mundo, guardando apenas a imagem de um produto que polui o ambiente. “Nem todos sabem que os plásticos são 100% recicláveis. Muitos acham que as sacolas de papel são mais sustentáveis que as de plástico em seu processo produtivo, quando não são, tornando-se exemplos que geram ondas de desinformação e levam a população à escolha errada e ao prejuízo involuntário, porém, real, ao ambiente”, aponta Bahiense.

Para contornar essa divulgação errônea na imprensa e na sociedade, ONGs como a Plastivida promovem educação escolar para conscientizar as crianças sobre o correto uso e descarte do material, além de trabalhar questões técnicas na mídia para evitar erros crassos, reformular a imagem do produto e então mostrar à população a amplitude da utilidade do plástico, aliada ao modo correto de utilização e descarte ¬– o que promoverá realmente ações sustentáveis.

Todos esses projetos e iniciativas são apoiados pela Adirplast, que considera leviana a decisão do governo do estado de São Paulo, como de outros dirigentes, apenas de abolir o produto, sem que fatores negativos e positivos fossem verdadeiramente levados em consideração. Para Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief), a educação e preservação ambiental são caminho mais sensato para resolver o problema: “Por isso é necessário reforçarmos a ideia de um melhor reaproveitamento das embalagens, como as sacolas, que são extremamente úteis no dia a dia das pessoas”, explica.

Fonte: Portal Fator Brasil

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Expoagas 2011

A ILP participou da Expoagas 2011 através do estande coletivo do Sinplast. O espaço reuniu 14 empresas associadas, onde cada empresa possuia uma vitrine individual para exposição de seus produtos e serviços. A feira, considerada a maior do setor supermercadista em todo o Cone Sul, aconteceu na Fiergs entre os dias 23 a 25 de agosto.


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Faturamento da indústria do plástico cresceu 17% em 2010

No ano passado, o faturamento da indústria brasileira de transformação do plástico, estimulado pelo consumo interno, cresceu 17% em relação a 2009, saltando de R$ 35 bilhões para R$ 41 bilhões. Foram R$ 6 bilhões a mais. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Segundo a entidade, foram transformadas 5,9 milhões de tons. de resinas termoplásticas, ante 4,9 milhões em 2009, significando expansão de 20%.

O consumo aparente (vendas internas + importações), por sua vez, totalizou 6,2 milhões de tons. de transformados plásticos, uma alta de 20% frente a 2009. Os setores que mais impulsionaram a demanda foram o alimentício, a construção civil e o de embalagens diversas.

Do total consumido no País, cerca de 10% foram supridos pelas importações, que continuam a crescer e pesar sobre a balança comercial do setor. Em 2010, enquanto o mercado importou 616 mil tons. de transformados plásticos, as exportações somaram apenas 310 mil tons.

O resultado refletiu em um aumento do déficit da balança comercial, que passou de 189 mil toneladas para 306 mil toneladas no ano passado.

A indústria tem enfrentado o alto custo das matérias-primas. Segundo a Abiplast, esse é um dos principais desafios do setor. “A indústria está se descapitalizando. As matérias-primas em alta e a competição dos importados têm estado no centro das atenções”, afirmou o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, acrescentando que o dinamismo do mercado pode ser constatado na Brasilplast, principal feira do setor, realizada de 09 a 11 de maio, no Anhembi, em São Paulo-SP.

Projeções para 2011

Apesar dos desafios, as perspectivas para o setor são positivas em 2011. O consumo aparente para esse ano será de 6,4 milhões tons. O faturamento deve recuar um pouco. A projeção da Abiplast aponta para um pouco mais de R$ 35 bilhões. As importações também deverão continuar crescendo, podendo ficar no patamar de 700 mil tons. em 2011.

”Assim que os empresários perceberem uma melhora da situação do câmbio e um cenário mais estável, os investimentos vão crescer mais no setor de plásticos”, prevê o presidente da Abiplast.

A expectativa do setor de plásticos este ano e no próximo é de crescimento. Segundo Roriz, a produção em 2011 e 2012 deverá crescer 6% e 5%, respectivamente. A projeção para o consumo aparente de transformados plásticos é de 6,4 milhões em 2011 e de 6,9 milhões de tons. no ano que vem.

Para Roriz, a demanda interna aquecida também contribuirá para inflar o percentual de importações no setor. No ano passado, o mercado nacional foi responsável por transformar mais de 5,9 milhões de tons. de resinas termoplásticas, o que resultou em um crescimento médio de 9% e faturamento de R$ 41 bilhões. "A balança comercial continuará deficitária, isso por conta do atual cenário da economia, como a valorização do real, custo Brasil e carga tributária. “As importações mais que dobraram nos últimos cinco anos", comentou o presidente da Abiplast.

Além das importações, que no ano passado somaram mais de US$ 2,8 bilhões contra aproximadamente de US$ 1,4 bilhão de exportação de transformados plásticos, outra grande preocupação do segmento é quanto aos custos da sua principal matéria-prima: o petróleo.

"A alta do preço do petróleo encarece a resina e o produto final. Com a pressão nos custos, perdemos rentabilidade, pois não conseguimos repassar todo o valor, isso para manter a competitividade frente aos produtos importados", afirma Roriz.

Fonte: Boletim Sinplast (30/06/2011)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Brasilplast 2011

A ILP esteve presente na BRASILPLAST - 13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico, que é uma das três maiores feiras do mundo e reúne toda a cadeia de suprimentos, máquinas e equipamentos da indústria do plástico. O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 09 e 13 de maio.



Ao longo da BRASILPLAST, foi possível acompanhar o ciclo completo da indústria do plástico, percorrendo os estandes desde a matéria-prima, até máquinas de grande porte, que permitem a produção compactada, passando por diversos processos de produção e chegando ao produto final, embalagens customizadas e ergonômicas. No campo dos produtos, foram apresentadas diversas inovações para aplicações cada vez mais diversificadas do plástico, assim como uma infinidade de outros produtos que estão na vida das pessoas.

Fechando o ciclo da cadeia produtiva, a Feira também mostrou alternativas de uso pós-consumo do plástico, como a reciclagem energética. A Plativida, Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, coordenou a Operação Reciclar, que reuniu representantes da cadeia produtiva e entidades setoriais, com objetivo de apresentar informações sobre as propriedades do plástico, sua reciclabilidade e aplicações em novos produtos com matéria prima reciclada, além de ações de conscientização e boas práticas de utilização e descarte. A Operação Reciclar apresentou uma mini usina de reciclagem mecânica em funcionamento no estande, que processava material coletado durante o evento (foto abaixo). Além desta ação, a Plastivida desenvolveu conteúdo para ilustrar o ciclo completo do plástico e um espaço de exposição para produtos desenvolvidos com plástico reciclado, com o objetivo de demonstrar a variedade de aplicações e a qualidade que oferecem.